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Semeando Attitude no Campo.'.

Vendedores seguram oferta de milho em MT

Negócios recuaram em função do tabelamento do frete e queda nos preços na bolsa de Chicago
Portal DBO - 10/07/2018
Desde a publicação da tabela de preços mínimos de frete, a comercialização de milho em Mato Grosso se arrasta, sem oferta de produto para negociação, diz o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
“Em plena colheita da safra 2017/18, as vendas avançaram apenas 0,7 ponto porcentual. nesse período (o mês de junho), alcançando 68,1% da produção estimada. Já para a safra futura, 18/19, as negociações atingiram 13,7%, com avanço mensal de apenas 1,5 p.p.”
Para o Imea, o recuo das cotações na Bolsa de Chicago no mês passado também limitou as vendas. “Para o próximo mês o cenário segue nebuloso, visto que até o momento a tabela do frete rodoviário continua trazendo indefinições ao mercado”, destaca.
Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

Entidades alertam para prejuízos com tabelamento do frete

Entre os principais danos causados pela medida estão a inflação e queda nas exportações
Portal DBO - 10/07/2018
Trinta e nove entidades do agronegócio assinam nota contra o tabelamento do frete, alertando para o impacto da medida sobre a inflação. A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), que divulgou vídeo nas redes sociais, nesta segunda-feira, 9 de julho, também assina a nota. Conforme o comunicado, as exportações de milho neste ano serão prejudicadas. O setor prevê uma queda de 10% no volume a ser embarcado, em razão do represamento da produção (não negociada por causa da incerteza sobre os preços de transporte nos próximos meses). Nesta quarta-feira, 11, o plenário da Câmara pode votar a Medida Provisória 832/2018, que trata da tabela do frete e tem como relator o deputado Osmar Terra (MDB-RS).
Para as organizações do setor, a legalização da tabela seria uma “grande irresponsabilidade”. Em junho, conforme a nota, o IPC Fipe para o setor de alimentação foi de 3,14%, ante -0,10% em abril; no setor de transportes, o indicador foi de 1,01% no mês passado, contra 0,05% em abril. O IPCA-15 do IBGE foi de 2,03% e 1,58% para os segmentos de alimentação e transportes, respectivamente, no último mês, enquanto em abril tinham ficado abaixo de 0,1%.
“Não se pode subestimar tais impactos para o controle inflacionário brasileiro. Considerando que a MP estabelece que os preços serão revisados semestralmente e, não havendo publicação de nova tabela, essa será corrigida para cima pelo IPCA”, disseram as entidades no comunicado.
O texto aponta, também, que produtores rurais não compraram fertilizantes para a safra 2018/19 no prazo correto por causa da tabela do frete. Eles devem adquirir o insumo a preços mais altos, o que deve acarretar maior custo de produção na próxima temporada e aumento dos preços dos alimentos. Também há a tendência, dizem as organizações, de a produção cair em virtude dos mesmos fatores.
Outros prejuízos relatados pelas organizações foram a previsão de comprometimento da segunda safra de feijão, em decorrência de os preços do alimento terem caído com a “falta de demanda” pelo produto; alta de 40% no preço do transporte pago por laticínios para buscar o leite nas propriedades rurais; aumento de 30% no frete cobrado da indústria da soja na movimentação de produtos.
“Ouvimos o relator Osmar Terra que sua intenção era estabelecer um piso mínimo de frete baseado apenas nos custos. Não foi isso que ele fez ao publicar seu relatório”, afirmaram as organizações na nota, alegando que no conceito de piso mínimo foram contemplados todos os custos operacionais, incluindo os “de agenciamento” pelas transportadoras.
Conforme o comunicado, todos os esforços das entidades propondo alterações ao texto “não sensibilizaram” o relator da matéria, que manteve o texto sem mudanças significativas em comparação à MP enviada ao governo federal em maio. Por isso, as entidades avaliam que as oportunidades para alteração do texto foram “esgotadas”.
Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

Milho: Iapar confirma ocorrência de nova doença

Estria bacteriana tem potencial de reduzir à metade o rendimento de grãos em híbridos de milho suscetíveis
Portal DBO - 10/07/2018
Estria bacteriana do milho. Foto: Iapar.
O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) confirmou a ocorrência da estria bacteriana do milho em lavouras das regiões Norte, Centro-Oeste e Oeste do Estado. Até agora desconhecida no Brasil, a doença é causada pela bactéria Xanthomonas vasicola pv. vasculorum, e tem potencial para reduzir à metade o rendimento de grãos em híbridos de milho altamente suscetíveis, segundo o pesquisador Adriano de Paiva Custódio, do Iapar.
A ocorrência foi constatada primeiramente em áreas experimentais do Centro de Pesquisa Agrícola da Cooperativa Agropecuária Consolata (Copacol), no município de Cafelândia. “Em 2016, percebemos plantas com lesões diferentes do que estávamos acostumados, mas não era um problema evidente e pensamos se tratar de uma doença secundária”, conta o engenheiro-agrônomo Tiago Madalosso.
Nesta safra, o problema se apresentou com maior intensidade. “Verificamos áreas com grande pressão da doença, embora ainda sem registrar comprometimento significativo da produtividade”, acrescenta Madalosso.
Após a análise de plantas doentes encaminhadas ao Iapar, a presença da nova doença em território paranaense foi confirmada e notificada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Em laboratório, fizemos análises fisiológicas, bioquímicas e moleculares, incluindo sequenciamento gênico, para não haver dúvidas sobre a identidade do patógeno”, explica o pesquisador Rui Pereira Leite Jr., do Iapar, acrescentando que a mera existência de sintomas em plantas não é suficiente para caracterizar um determinado patógeno.
A estria bacteriana do milho já foi registrada na região Oeste (municípios de Cafelândia, Corbélia, Nova Aurora, Palotina, Santa Tereza do Oeste, Toledo e Ubiratã), Centro-Oeste (Campo Mourão e Floresta) e Norte (Londrina, Rolândia, Sertanópolis e Mandaguari).

Registros

O primeiro registro da estria bacteriana em lavouras de milho se deu em 1949, na África do Sul. Após décadas circunscrita ao continente africano, foi detectada nos Estados Unidos em 2016, onde se encontra atualmente disseminada em pelo menos oito estados. “Em regiões do Colorado, Kansas e Nebraska, o nível de incidência passou de 90%, com severidade chegando a 50% da área foliar”, aponta Leite.
Foi, por fim, reportada na Argentina em 2017, de onde chegou ao Brasil, provavelmente pela proximidade. Avaliações preliminares constataram a doença em mais de 30 híbridos cultivados nesta segunda safra, inclusive nos transgênicos. O milho pipoca também é suscetível.

Disseminação e controle

Leite esclarece que a bactéria pode se propagar nas lavouras por meio da chuva, vento, água de irrigação e equipamentos como tratores, implementos, colheitadeiras e caminhões. Também pode sobreviver de uma safra para outra na palhada e restos de culturas, ou mesmo em outras plantas hospedeiras, invasoras ou cultivadas – espécies como arroz e aveia também são suscetíveis à doença. “Já o potencial de disseminação por sementes ainda não está totalmente esclarecido”, ele aponta.
O uso de sementes idôneas e de cultivares menos suscetíveis, a desinfecção de equipamentos, a adoção da rotação de cultivos e a destruição de restos de cultura são as principais práticas de controle. Sobre o controle químico, Leite aponta que ainda não há produtos testados para o controle da bactéria.
Como ação emergencial, os pesquisadores defendem o investimento em testes nas principais cultivares de milho atualmente disponíveis no mercado, juntamente com a avaliação de produtos químicos registrados para a cultura que podem ter efeito bactericida e bacteriostático.

Reunião técnica

Iapar, Mapa, Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e Copacol convidam lideranças, pesquisadores e técnicos ligados à cadeia produtiva do milho para uma reunião técnica nesta quinta-feira, 12, em Londrina. O objetivo do encontro é nivelar informações, debater implicações da nova doença para a cadeia produtiva e traçar estratégias para prevenção e controle.
Fonte: Iapar.

Produção deve ser de 228,52 milhões de t na safra 17/18

Estimativa foi revisada para baixo devido aos impactos climáticos na produtividade de milho safrinha
Portal DBO - 10/07/2018
A produção brasileira de grãos na safra 2017/2018, a segunda maior da história, deve ser de 228,52 milhões de toneladas, com uma redução de 3,9% ou 9,2 milhões de toneladas a menos que a da safra passada 2016/2017, quando foi atingido recorde de 237,7 milhões de t. O resultado é 1,2 milhão de t inferior ao levantamento anterior, como consequência dos impactos climáticos que levaram a uma nova estimativa de produtividade para o milho segunda safra, informa a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em seu décimo e antepenúltimo levantamento sobre a safra 2017/18, divulgado nesta terça-feira, 10.
A expectativa para a área é de 61,6 milhões de hectares, a maior já registrada. Entre as culturas avaliadas, a soja registrou o maior volume de área semeada, com um aumento de 33,9 milhões para 35,1 milhões de hectares e ganho absoluto de 1,2 milhão de hectares.
Outros ganhos absolutos ocorreram com o algodão que alcançou 1,2 milhão de hectares, com aumento de 236,9 mil hectares, e com o feijão segunda safra, que obteve 1,5 milhão de hectares, com o ganho de 108,3 mil hectares. Segundo a Conab, o desempenho poderia ser melhor, se não houvesse redução de área do milho primeira e segunda safras, em virtude de expectativas de mercado. O primeiro caiu de 5,5 milhões para 5,1 milhões de hectares e o segundo, de 12,1 milhões para 11,6 milhões de hectares.
Com boa produtividade, a soja é destaque positivo com uma produção que pode atingir recorde. A soja e o milho, que têm os maiores volumes de produção do País, devem ter produção de 118,9 milhões e 82,9 milhões de toneladas, respectivamente. Do total da produção de milho, 26,9 milhões de toneladas deverão ser colhidas na primeira safra e 56 milhões de toneladas na segunda safra.
Para a atual safra, destaca-se também a estimativa de aumento da produção de algodão em pluma, em fase de maturação e colheita, estimada em 1,96 milhão de toneladas de pluma, representando aumento de 28,5% em relação à safra passada e do feijão segunda safra, estimada em 1,3 milhão de toneladas, aumento de 7,7%. O trigo, cultivado no inverno, deve ter aumento de 15% na produção, para 4,9 milhões de toneladas. A produção de arroz deve atingir 11,76 milhões de t, queda de 4,6% ante o período 2016/17 (12,33 milhões de t).
Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO.

Demanda e prêmio pela soja brasileira aumentam

Movimento é resultado do início da aplicação de tarifas sobre a importação de soja norte-americana pela China
Portal DBO - 10/07/2018
A demanda e o prêmio pago pela soja brasileira estão aumentando com a guerra comercial entre os Estados Unidos (EUA) e a China, disse o secretário adjunto de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Sávio Pereira, ao apresentar o 10º levantamento da safra de grãos, elaborado pela pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
O prêmio é uma remuneração extra para a exportação de soja. Na última sexta-feira, 6, a China anunciou que iniciou “de forma imediata” medidas de represália contra importações de produtos americanos, após a entrada em vigor nos Estados Unidos de tarifas a mercadorias chinesas importadas, no valor de US$ 34 bilhões. Foi aplicado um conjunto de tarifas de 25% sobre diversos produtos, entre eles a soja.
Com isso, houve queda nos preços da soja na Bolsa de Chicago. “Os preços são definidos pela Bolsa de Chicago, mas a bolsa reflete muito o mercado americano. Os mercados regionais, como do Brasil, da Argentina e do Paraguai se adaptam à Bolsa de Chicago por meio dos prêmios pagos nos portos. Como há essa queda na procura pela soja americana, os prêmios nos portos brasileiros pela soja brasileira sobem”, explicou Pereira.
O secretário adjunto acrescentou que o efeito para o mercado de soja brasileiro pode ser positivo. “Semana passada, já havia informações que foram canceladas compras de 500 mil toneladas de soja americana. Significa que a soja americana vai custar 25% a mais para os chineses. Evidentemente isso provocou queda na Bolsa de Chicago, que reflete muito o produto americano. Mas, em compensação, os prêmios nos portos brasileiros subiram. Então, a taxação americana, com a queda em Chicago, afetou o Brasil, eu diria, até positivamente. A procura é para o produto brasileiro agora”.
Segundo a Conab, a produção de soja no Brasil pode chegar a 118,9 milhões de toneladas, com crescimento de 4,2% em relação à safra passada. Entre as culturas avaliadas, a soja registrou o maior volume de área semeada, com aumento de 33,9 milhões para 35,1 milhões de hectares.
Fonte: Agência Brasil.

Robôs serão treinados para identificação de plantas

Resultados são úteis para estimar produção e identificar deficiência nutricional, pragas e doenças
Portal DBO - 10/07/2018
Foto: Embrapa.
Cientistas brasileiros estão trabalhando para desenvolver uma tecnologia que permita a máquinas agrícolas fazerem o reconhecimento automático de plantas no campo. Pesquisas da Embrapa na área de fenotipagem buscam reconstruir espécies vegetais em três dimensões (3D) usando conhecimentos e técnicas de computação, como a robótica e a inteligência artificial.
A reconstrução tridimensional de plantas envolve a captura automatizada de imagens das culturas agrícolas e a geração de modelos digitais que mostram as estruturas das espécies, sejam folhas, caules, flores ou frutos, em 3D. Por meio desse processo, são coletados milhares de dados para classificação e análise das características vegetais, que podem ajudar no melhoramento genético.
Os resultados desse tipo de pesquisa são úteis para estimar a produção de determinada área, encontrar áreas com deficiência nutricional ou identificar pragas e doenças na lavoura, contribuindo para o avanço da agricultura de precisão. Com o desenvolvimento dos estudos em robótica aplicada à agricultura, os pesquisadores esperam que, no futuro, máquinas agrícolas autônomas possam ir a campo para fazer as mais variadas observações.
Experimentos conduzidos com as culturas de milho e uva de vinho integram um projeto de pesquisa com foco na geração de conhecimento em agricultura digital liderado pela Embrapa Informática Agropecuária (SP), em parceria com a Embrapa Instrumentação (SP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Os testes com robôs e drones vão ser feitos em uma vinícola do estado de São Paulo, que participa da Rede de Agricultura de Precisão, e em uma área de milho em Campinas.
Também vão ser empregadas técnicas de aprendizado de máquina e reconhecimento de padrões, conhecidas como deep learning, redes neurais profundas capazes de aprender padrões complexos a partir de um grande número de observações. Com apoio de grandes bases de dados e softwares de processamento de imagens digitais, busca-se criar protótipos de robôs capazes de identificar as culturas e diferenciar o que são frutos, cachos de uvas ou espigas, das demais estruturas vegetais, como folhas e troncos, por exemplo.

Tecnologia usada em carros autônomos

“Isso pode abrir o caminho para uma série de automações na agricultura”, conta o pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária Thiago Teixeira Santos, líder da pesquisa. A equipe planeja construir um robô com câmeras acopladas e um escâner a laser para fazer a varredura das áreas de cultivo selecionadas pela pesquisa. Assim será possível ver a estrutura tridimensional com informações de geolocalização baseadas na tecnologia Lidar – a mesma usada pelos carros autônomos que estão sendo testados pela indústria automobilística mundial.
No entanto, diferentemente da indústria, em que o ambiente é controlado, os robôs desenhados para atuar no agronegócio possuem um ambiente muito mais complexo e sujeito a incertezas, o que exige um grande esforço de investigação e inúmeras simulações. Os desafios vão desde a superação dos níveis do terreno, passando por fatores climáticos e necessidade de infraestrutura computacional de alto desempenho para armazenagem, processamento e análise.
Por isso, os testes estão sendo feitos em pequenas parcelas de cultivo, com características de estruturas conhecidas, como linhas de plantio definidas, para que os robôs sejam treinados e possam reconhecer esses ambientes. “A próxima geração de equipamentos agrícolas incluirá máquinas de pequeno porte e robôs que desempenham tarefas específicas. É um maquinário que vê e toma decisão, isto é, dotado de capacidade para ‘raciocinar’ com base no que é observado no campo”, avalia Santos.
O projeto de pesquisa denominado “Agricultura ciente de ambiente: raciocínio sobre estrutura tridimensional no campo de cultivo (AAcr3, do inglês Ambient awareness in Agriculture: 3-D structure and reasoning in the crop field)”, foi aprovado em uma chamada conjunta da Fapesp com a IBM e recebeu recursos de US$ 60 mil (cerca de R$ 200 mil reais) da linha de auxílio à pesquisa Parceria para Inovação Tecnológica (Pite). A vigência é de dois anos, de abril de 2018 a março de 2020.
Serão empregados algoritmos de visão computacional e aprendizado de máquina na detecção e classificação de objetos de interesse, tais como terreno, plantas, folhas e frutos. Além disso, informações como características das plantas, variação espacial na cultura e outras medidas vão ser estimadas a partir de nuvens de pontos 3-D (point clouds). Os pesquisadores explicam que parcelas de três culturas diferentes, incluindo grãos e fruticultura, serão sensoreadas e estruturadas, capturando vários estágios de desenvolvimento das plantas.
“A utilização dessas ferramentas e procedimentos para o reconhecimento de partes de uma espécie vegetal de interesse do produtor agrícola ou técnico permitirá a obtenção de forma automatizada de informações úteis, como a estimativa de produção em uma área, quais as partes da área que podem ser mais ou menos produtivas, o nível de incidência de pragas e doenças nas plantas dessa área, entre outros”, destaca o pesquisador da Embrapa Instrumentação Luis Henrique Bassoi. “Isso poderá trazer rapidez na coleta e na análise de dados para a obtenção de informações que auxiliarão na tomada de decisão quanto à realização de práticas agrícolas”, afirma.
A pesquisa ainda vai integrar tecnologias de ponta em imageamento, robótica e visão computacional em uma metodologia completa para a aquisição da estrutura 3-D de campos de cultivo, abordando problemas em automação e computação de alto desempenho. Também serão desenvolvidos métodos baseados em aprendizagem de máquina para a extração de padrões e características a partir desses dados, para avaliação comparativa às metodologias tradicionais usadas em pesquisas agrícolas, abrindo um novo campo de conhecimento científico.
Fonte: Embrapa.

Câmara aprova MP que altera Política Nacional de Irrigação

Áreas de PPIs não poderão ser retomadas pelo Estado caso estejam dadas como garantia de financiamentos
Portal DBO - 11/07/2018
Foto: Arquivo/Agência Brasil.
O plenário da Câmara aprovou nesta terça-feira, 10, a medida provisória (MP) que altera a Política Nacional de Irrigação. O novo texto evita a perda do lote de projeto público de irrigação para o Poder Público se estiver hipotecado junto a banco oficial em razão de financiamento ligado à plantação irrigada. A matéria será analisada pelo Senado.
Editada em março deste ano pelo presidente Michel Temer, a medida tem o objetivo de garantir segurança jurídica às instituições ligadas à agricultura irrigada e fomentar a concessão de crédito e a realização de investimentos privados pelos agricultores nesses projetos. O Brasil tem atualmente 110 Projetos Públicos em Irrigação (PPI), onde estão cerca de 26 mil agricultores irrigantes. Segundo a justificativa, o custo médio anual de culturas implantadas em PPIs é de R$22,4 mil por hectare.
“Em se tratando de culturas perenes, o início de produção não é imediato, implicando retorno financeiro após alguns anos. Desta forma, até que o produtor obtenha receita pela venda de seus produtos, ele terá que arcar com os custos de manutenção das culturas mediante recursos próprios ou por meio de financiamento em instituições financeiras”, afirmou o governo federal ao justificar a medida.
Fonte: Agência Brasil.

Bayer extinguirá marca Monsanto para superar imagem negativa

Empresa americana atraiu críticas de ativistas ambientais, nos últimos anos, por sua promoção de OGMs
Portal DBO - 04/06/2018
A decisão da Bayer de extinguir a marca Monsanto após a conclusão da compra da empresa deve ajudar a deixar para trás algumas preocupações associadas a uma reputação negativa da Monsanto por causa do uso de transgênicos, disse a companhia alemã nesta segunda-feira, 4.
A Monsanto atraiu críticas de ativistas ambientais, nos últimos anos, por sua promoção de organismos geneticamente modificados e sua busca por ações legais contra agricultores que infringem regras associadas a seus produtos. O CEO da Bayer, Werner Baumann, afirmou que planeja melhorar o engajamento das partes interessadas e ouvir os críticos da empresa. “A agricultura é importante demais para permitir que diferenças ideológicas paralisem o progresso”.
Mais cedo, a Bayer informou que pretende concluir a aquisição da multinacional norte-americana na quinta-feira, 7, em um negócio avaliado em mais de US$ 60 bilhões.
Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

Monsanto analisa recurso após liminar envolvendo Intacta

Juiz determinou o depósito em juízo do valor recebido pelos royalties da soja Intacta
Portal DBO - 10/07/2018
A Monsanto informou em nota nesta terça-feira, 10, que está analisando opções de recurso e “tomará todas as medidas necessárias para proteger seus direitos legais” após ser notificada de liminar concedida pela Justiça Federal em ação movida pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) questionando a validade de patente da Intacta RR2 Pro. Na semana passada, o juiz federal Cesar Augusto Bearsi, da 3ª Vara Federal em Mato Grosso, atuando na 2ª Vara, ordenou o depósito em juízo do valor que cada produtor rural associado paga de royalties pela aquisição da tecnologia Intacta enquanto não sai a decisão final sobre o processo, atendendo a pedido de liminar da Aprosoja-MT. O pedido dos produtores de suspensão do pagamento de royalties pelo uso da tecnologia foi negado. “Essa determinação não se trata de uma decisão de mérito na ação judicial, ou seja, a ação ainda não recebeu uma sentença e seguirá seu trâmite”, disse a empresa, no comunicado.
Na nota, a Monsanto ressaltou que “a patente foi mantida em vigor e o sistema de cobrança de royalties permanece inalterado, razão pela qual a Monsanto continua legitimada a exercer plenamente os seus direitos de propriedade intelectual, nos termos dos contratos de licença com os produtores”, se referindo ao fato de que a liminar vale só para os associados da Aprosoja-MT e para os pagamentos da patente questionada na ação (a patente de invenção PI0016460-7).
A empresa voltou a dizer que “segue confiante e segura quanto à validade de suas patentes e dos demais direitos relativos a tal tecnologia” e que “não existia soja com proteção contra lagartas antes do lançamento da tecnologia Intacta RR2 Pro”. A Monsanto também afirmou novamente que “contribui com inovações importantes para o crescimento da agricultura no Brasil” e que “qualquer decisão que prejudique os incentivos para investir na agricultura brasileira colocará esse progresso em risco”.
Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO.

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